AMOR ACIMA DE TUDO
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ACOMPANHAMENTO PSICO-TERAPÊUTICO


[INTERVENÇÃO NO COTIDIANO]
[ATENDIMENTO DOMICILIAR]

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O ACOMPANHAMENTO TERAPÊUTICO é a inserção de um terapeuta diretamente no cotidiano do paciente, acompanhando-o em suas atividades diárias.

Cada vez mais utilizado em situações como na inclusão na educação, na reabilitação de pacientes que sofreram algum acidente ou passaram por alguma cirurgia importante.


O AT não surgiu com uma teoria. Ele surgiu de uma necessidade da vida, de uma situação da qual os recursos utilizados não davam conta, e então apareceu essa necessidade de estar mais próximo do dia-a-dia [do paciente]


Uma das vantagens é poder intervir nesse contexto cotidiano, poder intervir na hora em uma coisa que a pessoa não fala [no consultório], não percebe que seria uma coisa importante de ser dita


Outra vantagem apontada por ele é a relação construída entre acompanhante e acompanhado, que frequentemente é, por si só, terapêutica.

O Acompanhamento Terapêutico possui características específicas de acordo com a população e faixa etária a que se destina. Corresponde a um encontro com uma pessoa que, não apresentando necessariamente uma patologia ou um sofrimento, procura resolver um problema específico com ajuda do psicólogo, na medida em que sente que não o pode fazer sozinho.

Constitui-se uma relação de ajuda que visa facilitar uma adaptação mais satisfatória da pessoa à situação em que se encontra e optimizar os seus recursos pessoais em termos de auto-conhecimento, auto-ajuda e autonomia. Promove encontros com o objetivo de produzir uma ação, um movimento, uma abertura, uma entrada, um contato. Entendendo o sujeito como singular tanto naquilo que faz como naquilo que poderá advir dele, o A.T. leva em conta que só será possível conhecê-lo num contato direto e através das possíveis construções que sejam estabelecidas a partir disso.

A finalidade principal é promover o bem-estar psicológico e a autonomia pessoal no confronto com as dificuldades e com os problemas com que a pessoa se depara. Este processo envolve a construção de uma aliança, na qual o psicólogo com a sua disponibilidade interior concede tempo e liberdade para que a pessoa explore os seus pensamentos e sentimentos, numa atmosfera de confiança, respeito e neutralidade.

Para atingir este objectivo, o psicólogo coloca na relação, a escuta clínica, a empatia e a reflexão, tentando compreender a pessoa e a situação em que se encontra para ajuda-la a ultrapassar as suas dificuldades.